domingo, 21 de setembro de 2014

O corpo






O corpo,
é a luz, luz divina nascente.
O Corpo,
é a força, vigor crescente.
O corpo,
é a energia,fluir permanente.
O Corpo,
é o amor,sensualidade latente.
O Corpo,
é a harmonia,maturidade presente.
O corpo,
é a dor, realidade frequente.
O corpo,

é ...

Carlos Augusto Rosa 

Direitos autorais reservados
Lei 9610 de 19/02/98
Quando a política no Brasil vai ser menos corrupta e mais honesta? Quando o Sargento Garcia prender o Zorro, ou seja, 
nunca!


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Canção e Mar





Canção

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Mais corpo








A Carne é CrápulaA carne é crápula 
sob o olho cego 
do desejo. 

A carne é trôpega 
se fala sob o pêlo 
de outro desejo alheio. 

A carne é trêmula 
e fracta. 
Crina de nervos, 
veneno de víbora, 
a carne é égua 
sob o cabresto 
de seus incestos 
sem freios. 

Fálica e côncava, 
intrépida e férvida, 
a carne é estrábica 
nos entreveros 
do sexo 
com seus desacertos 
conexos. 

Sob o olho 
sem mácula e cego, 
a carne é crápula 
nos arpejos 
indefesos 
de seus perversos 
desejos. 

Mário Chamie, in 'Antologia Poética'

domingo, 7 de setembro de 2014

Janela sobre o corpo




A igreja diz: o corpo é uma culpa.A ciência diz: o corpo é uma máquina.A publicidade diz: o corpo é um negócio.E o corpo diz: eu sou uma festa.                    Eduardo Galeano

sábado, 6 de setembro de 2014

Poema da tarde







POEMA DA DESPEDIDA


Não saberei nunca
dizer adeus

Afinal,
só os mortos sabem morrer

Resta ainda tudo,
só nós não podemos ser

Talvez o amor,
neste tempo,
seja ainda cedo

Não é este sossego
que eu queria,
este exílio de tudo,
esta solidão de todos

Agora
não resta de mim
o que seja meu
e quando tento
o magro invento de um sonho
todo o inferno me vem à boca

Nenhuma palavra
alcança o mundo, eu sei
Ainda assim,
escrevo.

Mia Couto

terça-feira, 2 de setembro de 2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Um dia para comemorar e para refletir profundamente sobre a profissão. Nem tudo são "rosas". Muitas questões devem serem discutidas para proporcionar melhoras na profissão e nos serviços prestados aos nossos alunos.
c@rlos rosa




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