quarta-feira, 26 de outubro de 2011





Cai amplo o frio e eu durmo na tardança
De adormecer.
Sou, sem lar, nem conforto, nem esperança,
Nem desejo de os ter.
E um choro por meu ser me inunda
A imaginação.
Saudade vaga, anônima, profunda,
Náusea da indecisão.
Frio do Inverno duro, não te tira
Agasalho ou amor.
Dentro em meus ossos teu tremor delira.
Cessa, seja eu quem for!



Fernando Pessoa, 19-1-1931.





quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Pensamentos modernos


images232Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil.”

imageslib
“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.”
imagesedf
“Trabalhar pelo que se ama, amar aquilo em que se trabalha.”

imagesyos2Léon Tolstoi
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imagesro11c@urosa

sábado, 8 de outubro de 2011

BALANCE

Musica de qualidade e dançante!






Como vi dançar no Zimbabué
Quero também contigo gingar
Uma dança nova
Mistura de Semba com Samba
De Mambo com Rumba
Tua mão na minha
E a minha na tua


Balancê ye
Balança ya
Swinga para lá
Swinga pra cá ye


Balancê ye
Balança ya
Maria José
Swing no pé
Senão chega p'ra lá ye


Somos livres para celebrar
Somos livres para nos libertar
Como crianças brincando
Crianças sorrindo
Crianças sendo crianças... ah!
Como crianças brincando
Crianças sorrindo
Crianças...


Balancê ye
Balança ya
Swinga para lá
Swinga pra cá ye


Balancê ye
Balança ya
Maria José
Swing no pé
Senão chega p'ra lá ye


Adoro quando te deixas levar assim
Fechas os olhos e danças só para mim
Uma dança tua
Mistura de não vem que não tem
Com um sorriso porém que me diz que o teu desdém
É só a manhã de alguém
Que diz que vai mas que vem
Me engana que eu gosto
SARA TAVARES

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Encantadas


Casas encantadas!
Seus moradores cantam e encantam.
Onde estarão?
Cantando e encantando
pelo mundo afora?
Pássaros felizes, voltem...
tragam seu canto afinado,
para alegrar nossos corações!
C@urosa

sábado, 1 de outubro de 2011





o florir

O florir do encontro casual
Dos que hão sempre de ficar estranhos…
O único olhar sem interesse recebido no acaso
Da estrangeira rápida…
O olhar de interesse da criança trazida pela mão
Da mãe distraída…
As palavras de episódio trocadas
Com o viajante episódico
Na episódica viagem…
Grandes mágoas de todas as coisas serem bocados…
Caminho sem fim…
                                                                                                                               Álvaro de Campos



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