
(imagem by Hugo Rosa)
Quero apenas cinco coisas...
Primeiro é o amor sem fim;
A segunda é ver o outono;
A terceira é o grave inverno;
Em quarto lugar o verão;
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Pablo Neruda
Neruda inspiradíssimo! abraços,ótimo fds!chica
ResponderExcluirOutono que renova,,,de desfolha,,,que prepara pra recomeçar...abraços de bom sabado pra ti amigo...
ResponderExcluirQue lindo poema de Neruda! Sou fã desse grande poeta do amor.
ResponderExcluirBjos, amigo querido ;)
bela escolha pra um final de semana..
ResponderExcluirobrigada pelo selinho..rs
bjs.Sol
"Devolva o Neruda que você me tomou. E nunca leu. (Trocando em Miúdos - C.B. de Holanda).
ResponderExcluirAbraços.
Carlos, desejos grandes das coisas mais simples, essa é a idéia que sempre me encantou.
ResponderExcluirBj e bom fds
Lindo poema!"Abro mão da primavera para que continues me olhando! Que lindo isso!Sempre abrimos mão de tantas coisas para termos quem amamos ao nosso lado.
ResponderExcluirBeijosss
Isso que é amor. Adorei a escolha.
ResponderExcluirGrande abraço
Olá amig...passando para desejar a você um lindo e maravilhoso dia...
ResponderExcluirgostei da post.
um abraço bem carinhoso.......xeroOoOo
Que lindo! Nunca tinha lido este.
ResponderExcluirabraço
Maravilha é ler Neruda! Obrigada amigo.
ResponderExcluirBeijos com carinho e abençoado domingo de Ramos.
Adorei e não conhecia este belo poema de Neruda.
ResponderExcluirGrande abraço!
Amo esse poema, sua intensidade e o amor escancarado.
ResponderExcluirAonde se vende um amor assim? Quero comprar meia dúzia... Rsrs.
Beijos, Carlos.
Obrigada por nos brindar sempre com essas belezas.
Por acaso, tenho um poema marcado na Antologia Poetica de Pablo Neruda que vou copiar para que veja como ele amava as estações sob o prisma dos olhos de seu grande amor.
ResponderExcluirMe lembro como eras no último outono.
Eras a boina cinzenta e o coração em calma.
Nos teus olhos brigavam as chamas do crepúsculo.
E as folhas caíam na água da tua alma.
Colada aos meus braços como uma trepadeira,
as folhas recolhiam a tua voz lenta e em calma.
Fogueira de espanto em que a minha sede ardia.
Doce jacinto azul torcido sobre a minha alma.
Sinto viajarem teus olhos e é distante o outono:
boina cinzenta, voz de pássaro e coração de casa,
para onde emigraram os meus profundos desejos
e caíam os meus beijos alegres como brasas.
Céu (visto) de um navio. Campo (visto) dos montes:
tua lembrança é de luz, de fumaça, de lago em calma!
Mais para lá dos teus olhos ardiam os crepúsculos.
Folhas secas de outono giravam na tua alma.
(O vinte poemas, p.43-44, Antologia Poética, José Olympio, 1994)
Este livro está sempre em minha mesa, adoro! Recomendo, se gosta das poesias de Neruda!
Boa semana! Beijus,